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    <title>Finanças de bolso</title>
    <link>http://www.financasdebolso.globolog.com.br</link>
    <description>NOTÍCIAS QUE CABEM NA SUA CARTEIRA</description>
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      <title>&gt;Novo endereçoEste blog está migrando para um novo endereço: financasdebolso.com.br.Por enquanto, nã...</title>
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      <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 11:51:32 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.financasdebolso.globolog.com.br/&quot;&gt;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Novo endereço&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Este blog está migrando para um novo endereço: &lt;a href=&quot;http://www.financasdebolso.com.br/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;financasdebolso.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;Por enquanto, não há redirecionamento automático, e o conteúdo acumulado aqui ainda não está disponível lá. Mas as atualizações, daqui para frente, só aparecerão no novo endereço.</description>
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      <title>Os EUA diante do abismoPerspectivas cada vez mais sombrias para os Estados Unidos.Estrela do Financi...</title>
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      <pubDate>Wed, 20 Feb 2008 11:45:20 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.financasdebolso.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Os EUA diante do abismo&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Perspectivas cada vez mais sombrias para os Estados Unidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estrela do &lt;i&gt;Financial Times&lt;/i&gt;, o colunista Martin Wolf afirma: “Economia americana corre o risco da mãe de todos os derretimentos”. Minha tradução é capenga, mas dá para sentir o tamanho da encrenca, não?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este é o título do artigo dele de ontem. Que diz coisas como “os riscos são mesmo altos e a habilidade das autoridades para lidar com eles, mais limitadas do que muita gente espera”. E termina com uma advertência: “A conexão entre o estouro da bolha imobiliária e a fragilidade do sistema financeiro criou enormes perigos, para os EUA e o resto do mundo. O setor público dos EUA está agora vindo em socorro, liderado pelo Fed. No fim, eles triunfarão. Mas é provável que a jornada seja desgraçadamente desconfortável.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por sua vez, o &lt;i&gt;The Wall Street Journal &lt;/i&gt; de hoje destaca em sua página de opinião um artigo de Martin Feldstein, ex-presidente do Conselho de Assessores Econômicos do presidente Ronald Reagan. Começa assim: “embora seja muito cedo para dizer se os Estados Unidos entraram numa recessão, há evidência crescente de que uma recessão na verdade começou. Indicadores chave de atividade econômica pararam de crescer em dezembro e janeiro ou até começaram a declinar. O colapso dos preços dos imóveis e a crise nos mercados de crédito continuam a deprimir a economia real.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Feldstein pondera que o agudo corte na taxa de juros e o pacote de estímulo fiscal podem ser suficientes para evitar o pior. Mas adverte: “se uma recessão ocorrer mesmo, ela poderia durar mais e ser mais dolorosa do que das últimas vezes. Por uma série de razões – como a queda sem precedentes no preço dos imóveis, que empobrece as famílias americanas –, mas principalmente pela paralisia nos mercados de crédito. “O caráter disfuncional dos mercados de crédito significa que uma política do Fed de reduzir taxas de juros não pode ser tão efetiva em estimular a economia como foi no passado.” Pior: “Não está claro o que pode trazer de volta a confiança nos preços dos ativos, que é necessária para o crédito fluir de novo.”  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há dias sombrios à frente nos Estados Unidos. O jeito é torcer pelo “descolamento”.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Olho em André Esteves	A última edição da The Economist  traz uma reportagem sobre a crise do banco U...</title>
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      <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 11:40:31 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.financasdebolso.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Olho em André Esteves&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	A última edição da &lt;i&gt;The Economist &lt;/i&gt; traz uma &lt;a href=&quot;http://www.economist.com/finance/displaystory.cfm?story_id=10700687&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;reportagem sobre a crise do banco UBS&lt;/a&gt; e um box sobre a legião estrangeira que os suíços estão convocando para ajudá-los a enfrentá-la.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A lista de outsiders é encabeçada pelo sueco Jerker Johansson, ex-Morgan Stanley, nomeado presidente do banco de investimento do UBS no último dia 13. Mas o personagem que nos diz respeito vem a seguir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Sob ele, no UBS, vai estar um contratado ainda mais heterodoxo, responsável pela área de renda fixa, a parte da firma que a meteu nessa confusão toda. Em agosto, quando a crise estourou, o UBS (com US$ 2 trilhões em ativos) entregou o trabalho a André Esteves, ex-presidente do Banco Pactual (com ativos um tanto menores, de US$ 8 bilhões). O UBS havia comprado o banco brasileiro de Esteves menos de um ano antes”, afirma a &lt;i&gt;The Economist&lt;/i&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A revista vê sentido na escolha do banqueiro brasileiro para a posição mais desafiadora do UBS. Afinal, ele fez carreira por aqui, ganhando dinheiro num cenário de crise após crise. A &lt;i&gt;The Economist &lt;/i&gt; descreve a ascensão meteórica de Esteves, que subiu do departamento de TI à presidência do Pactual em apenas 10 anos. E chama a atenção para o fato de que, apesar de jovem (39 anos), bilionário (embolsou mais de US$ 1 bilhão somente na venda do Pactual para o UBS) e poderoso, o brasileiro é discreto evita ostentações. “Fui feito para ganhar dinheiro; não para gastar”, cita a revista, usando uma frase que eu tive a oportunidade de ouvir, da boca de Esteves, em maio de 2006.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O &lt;i&gt;Valor&lt;/i&gt; de hoje, por sua vez, noticia que o UBS recusou uma oferta de compra de André Esteves. A proposta de aquisição do banco suíço teria sido feita em parceria com outros brasileiros, incluindo Jorge Paulo Lemann, um dos sócios da InBev. E recusada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conversei com um dos sócios do UBS Pactual aqui no Brasil que negou a existência de tal negociação. Negou, também, a informação de que Esteves estaria se preparando para voltar ao País, depois de apenas sete ou oito meses em Londres. O banqueiro esteve no Brasil no último fim de semana, mas voltou rapidamente para a Europa, para a posse de seu novo chefe, Johansson.     &lt;br/&gt;</description>
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      <title>Você tem fome de que?A julgar pelos dados trazidos pelo Folhainvest de hoje, tem gente fazendo a coi...</title>
      <link>http://www.financasdebolso.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 18 Feb 2008 12:55:12 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.financasdebolso.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Você tem fome de que?&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A julgar pelos dados trazidos pelo &lt;i&gt;Folhainvest&lt;/i&gt; de hoje, tem gente fazendo a coisa certa, se a idéia é fugir da bolsa sem perder (muito) dinheiro. As informações são de que a Bovespa se recuperou e, ao mesmo tempo, o investidor pessoa física vendeu ações.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Neste mês de fevereiro, o antes chamado “poupador” tem vendido mais do que comprado ações na Bovespa. Até o dia 13, o saldo das pessoas físicas – responsáveis por 24% do total das operações na bolsa – estava negativo em R$ 846 milhões. Isso mostra que, em vez de ter se desesperado com o “janeiro negro” e vendido suas ações na baixa, o aplicador de carne e osso teve sangue-frio para aguardar uma recuperação da bolsa e, aí sim, desfazer-se de seus papéis com lucro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O movimento é observado tanto no homebroker como nos fundos de ações, que também têm perdido aplicações – saída líquida de R$ 174,85 milhões até dia 11.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há, no entanto, uma nova realidade a considerar. Os investidores estrangeiros começam a retornar para a Bolsa de São Paulo depois da fuga do início do ano. É principalmente a eles, por sinal, que se deve o ensaio de recuperação. O Ibovespa, que chegou a cair abaixo dos 54 mil pontos há um mês, hoje opera em torno dos 62 mil. Se é assim, o que fazer? Ficar fora da brincadeira e dormir tranqüilo ou pular no barco de novo e enfrentar as corredeiras que certamente há adiante?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É a velha história do apetite por risco. E é preciso fome de leão para seguir no jogo.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;</description>
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      <title>Micro e macroeconomiaEscrevendo ontem sobre fundos de fundos e tentando ser didático, me dei conta d...</title>
      <link>http://www.financasdebolso.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Fri, 15 Feb 2008 11:49:11 BRST</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.financasdebolso.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Micro e macroeconomia&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Escrevendo ontem sobre fundos de fundos e tentando ser didático, me dei conta de que este espaço é muito mais dedicado a finanças de um ponto de vista mais, digamos, macro, do que às clássicas finanças pessoais, de um ponto de vista micro. Isso reflete minhas preferências e minha formação. Mas talvez seja uma deficiência.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Digo isso porque gostaria de indicar um blog que li e do qual gostei. O endereço é &lt;a href=&quot;http://www.monacoonline.com.br/blog/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;www.monacoonline.com.br/blog.&lt;&lt;/a&gt;No post de ontem, o tema é “Quanto dinheiro você consegue acumular em 10 anos”. “Apenas com a acumulação de um montante mensal, a quantia já será bem alta. Mas quando você leva em consideração os juros compostos o efeito é devastador!”, escreve o blogueiro, Bjornn Borg O&apos;neil Felix Faria. O bacana é que, em vez de papo furado, ele apresenta uma planilha que permite fazer uma simulação de quanto você pode acumular em uma década. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dito isso, volto ao mundo macro. O &lt;i&gt;New York Times &lt;/i&gt; de hoje traz uma &lt;a href=&quot;http://www.nytimes.com/2008/02/15/business/15econ.html?th&amp;emc=th&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;matéria sombria&lt;/a&gt;, segundo a qual os principais pilotos da economia americana, Ben Bernanke, do Fed; e Henry Paulson, secretário do Tesouro “vêem um cenário mais desolador” para 2008.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Com os mercados de crédito uma vez mais se deteriorando, os dois principais responsáveis pela política econômica do país reconheceram quinta-feira que o cenário para a economia piorou”, diz o &lt;i&gt;Times&lt;/i&gt;. Ambos estão retirando de circulação suas previsões mais otimistas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na nova &lt;i&gt;Business Week&lt;/i&gt;, o colunista James C. Cooper escreve: “As expectativas dos economistas despencaram de modo agudo em apenas quatro semanas. Os 51 ‘fazedores de previsão’ entrevistados pelo ‘Blue Chip Economic Indicators’ agora esperam um crescimento de apenas 0,8% no primeiro semestre, ante 1,6% predominante em janeiro.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O medo da recessão é palpável. E não vem sozinho. Na mesma edição da &lt;i&gt;BW&lt;/i&gt;, uma reportagem trata do debate sobre o risco de, com tantos cortes de juros, o Fed estar criando uma nova bolha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come. &lt;br/&gt; &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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